Quem não errou que atire a primeira pedra! Uma coisa é a gente não saber, a outra é a gente saber e fazer a coisa errada. E nós, enquanto mães, em muitos momentos não nos permitimos errar, já que isso causa um desconforto enorme no coração de mãe.
Independente de acertos e erros, existe um erro muito comum que muitas mães cometem ao comprar roupas para bebê, principalmente e especialmente quando estão montando o enxoval. Nesse momento, a emoção toma conta, e o que era para ser algo benéfico e confortável para o bebê, pode se tornar algo difícil e complicado nos primeiros momentos de vida.
A maioria pensa primeiro em roupas bonitas. Estampas fofas, conjuntinhos delicados, peças que parecem perfeitas para fotos. Mas depois que o bebê nasce, a realidade aparece rápido. Golas engomadas, tecidos grossos e asperos que machucam a pele do bebê. Basta colocar uma única vez para que o bebê se sinta desconfortável e incomodado com certos tipos de tecidos e detalhes.
De acordo com a ABNT, Associação Brasileira de Industria Textil, seguir as normas de produção da roupa infantil é fato fundamental para que evitem situações indesejadas e a segurança e conforto das crianças sejam preservadas. Por isso, botões, cordãos, e outros aviamentos devem ser usados de acordo com a norma.
Mas então, o que realmente faz diferença no dia a dia , e o que as mães e pais de bebês, devem priorizar ao comprar o enxoval do bebê?
Em primeiríssimo lugar vem o tecido. Necessariamente de algodão, uma fibra natural, que permite a troda de líquidos (respirável) e hipoalergênico, já que essas peças são as mais adequadas para ter o contato com a pele do bebê.
Nada adianta um tecido premium, se não vier acompanhada de uma modelagem adequada, que não aperta a barriguina, a perninha, o bracinho, e permite que o bebê se movimente de forma confortável.
Pensando nas mamães e papais, os momentos de troca de roupas precisam ser fáceis e prazeroros, não dificultando essa atividade por nada, pelo contrário, que torne um momento de aconchego e leveza.
E por último, peças que permitam a movimentação do bebê com liberdade, em todas as etapas de crescimento.
O fato é que nos primeiros meses, o bebê passa grande parte do tempo dormindo, mamando e se mexendo. Por conta disso, a roupinha deve ajudar nessa etapa de crescimento.
Foi exatamente pensando nisso que nasceu a Nido. Acreditamos que vestir um bebê vai muito além da estética. É sobre conforto, sobre cuidado e sobre acolhimento desde o primeiro toque. Tudo é pensado, desde a escolha dos tecidos, estampas, modelagem, e tudo para refletir nosso propósito: acreditamos que cada bebê merece um colinho NIDO, e que o cuidado começa desde o primeiro toque, desde a primeira roupinha.
A NIDO não é uma marca de roupa, mas sim, uma marca que acolhe os bebes, as mães, e onde o amor envolvido está presente em cada processo.
Agora conta sobre você?
Quando teve seu bebê, o que passou a ser mais importante na escolha das roupinhas?
